Orientações da Esclerose Lateral Amiotrófica

Orientações da Esclerose Lateral Amiotrófica

Dra. Alessandra Dorça

Um dos maiores problemas que vivemos no tratamento da Esclerose Lateral Amiotrófica são os distúrbios respiratórios. Algumas medidas realizadas pela família podem aumentar a qualidade da respiração, melhorar a tosse, manter a capacidade pulmonar e principalmente atrasar a traqueostomia. Quando um paciente chega ao meu consultório com o diagnóstico de ela, a primeira orientação fundamental é a utilização do ambu, independente da capacidade pulmonar do paciente. Mesmo com uma boa capacidade, avaliada pela espirometria, exercícios com o ambu ajudam a manter o tórax do paciente com maior mobilidade. A indicação dos exercícios com o ambu é feita por um profissional fisioterapeuta especialista em respiratória e com conhecimento da técnica. Os tipos de exercícios ajudam a aumentar a capacidade pulmonar e desta forma o paciente fala mais alto, tosse mais efetivamente e consegue retirar aquela secreção grossa que fica “grudada” como muitos pacientes reclamam. As técnicas mais efetivas com ambu se chamam capacidade de insuflação máxima (CIM), o ar é empurrado para dentro do pulmão, com a válvula do ambu fechada, podendo ser obstruída com esparadrapo, até a máxima da capacidade do paciente, ou até ele tossir. A outra técnica se chama “air stacking”, quando o cuidador ou fisioterapeuta vai empurrando “bolus” de ar ao pulmão com pausas inspiratórias. Estas técnicas são aos mais efetivas para esta doença. Outra indicação que faz toda a diferença, é o uso precoce da ventilação não invasiva, que pode ser utilizada com máscara nasal, pronga ou máscara facial. A Ventilação não invasiva é capaz de ” ventilar ” o paciente e desta forma eliminar o CO2 que fica retido no pulmão, pela dificuldade de respirar fundo. A VNI feita com BIPAP descansa a musculatura, ajuda o paciente a dormir e mantém o pulmão aberto. A adaptação precoce da VNI ajuda a minimizar o acontecimento das alterações respiratórias e minimiza a ocorrência de pneumonias. O respirador do tipo BIPAP pode ser utilizado na traqueostomia, em caso de pacientes com alteração Bulbar importante. Neste caso, o maior comprometimento do paciente é na passagem de ar pela região que chamamos de “orofaríngea”, devido a fraqueza nesta musculatura. Realizar a traqueostomia favorece a passagem do ar e diminui totalmente a dificuldade respiratória, por isso, se a doença for de início Bulbar, é importante pensar em fazer uma traqueostomia precoce e eletiva, ou sem separar que o paciente entre em insuficiência respiratória. Uma dica importantíssima é quanto ao uso do aparelho de ventilação mecânica da UTI, a musculatura do paciente de ELA se acomoda com facilidade, ou seja, uma vez colocada em ventilação controlada é difícil retornar para uma modalidade assistida do BIPAP. Por isso, na hora da traqueostomia o aparelho a ser colocado na traqueostomia imediatamente deve ser o BIPAP, aparelho que o paciente já utilizava não invasivamente. Outras dicas que favorecem a manutenção do quadro respiratório é a hidratação efetiva, para deixar a secreção fluida, vacinação para gripe e para pneumonia, tudo com orientação médica e principalmente evitar as pneumonias por broncoaspiração, quando a deglutição ficar comprometida.

“Valor” do estudo

Ao lermos o título dessa mensagem automaticamente submetemos nossos pensamentos à importância dos nossos estudos, ou seja, associando tal “valor” a uma maior qualificação e ainda a crescimento profissional. Claro que a palavra “valor” pode ser também associada ao preço a ser pago por algo. Eu prefiro sempre a primeira opção. Valor como algo que engrandece e não como preço a ser pago. Muitas pessoas confundem valor com preço. Não é a mesma coisa. Pagar por algo, como se paga por uma especialização, só vale a pena a partir do momento em que se julgue que a mesma poderá agregar valor à carreira. Dinheiro está relacionado a preço, e não a valor. O valor só existirá se o estudo adquirido apresentar algum benefício ao aluno que se propõe a pagar pelo mesmo. Perceber se seus estudos podem acrescentar valor à sua carreira é uma tarefa que exigirá do pretendente certo engajamento. Vale a pena entrar em contato com ex-alunos do curso pretendido, por exemplo, e perguntar a esses se o curso em questão satisfez a esse critério de “agregar valor” a carreira, no sentido intelectual e porque não, financeiro também. Pensar no “preço” dos estudos significa partir de um referencial que pode ser encarado negativamente. Algo como “Estudar me custou tantos Reais”. Dois exemplos práticos para embasar meu racional. Exemplo de “valor”:

1) João é formado em Fisioterapia e em seu primeiro  emprego recebe R$1.000,00 por mês. Em um momento de sua carreira, após ter trabalhado por um ano, resolver agregar mais valor ao seu currículo, cursando uma especialização. Imaginemos que o custo desse curso foi de R$15.000,00. Após ter desembolsado tal dinheiro, João se tornou mais capacitado, e pela qualidade do curso que escolheu, a competir por melhores vagas no mercado. Como resultado, conseguiu um emprego que lhe paga agora R$3.000,00 por mês, após ser aprovado em processo seletivo. Em números. No primeiro ano de sua carreira, João recebeu R$12.000,00. Cursando a sua especialização, gastou R$7.500,00/ano por dois anos, totalizando um custo final de R$15.000,00 para adquirir maior qualidade técnica e assistencial. Após isso, passou a receber anualmente R$36.000,00. A matemática é positiva, deixando claro que no exemplo acima houve ganho de “valor” intelectual e também financeiro, afinal a renda de João aumentou três vezes no mesmo período de tempo, cobrindo inclusive os custos do programa de pós-graduação. Agora imaginemos o exemplo de “preço pago” a seguir.

2) João é formado em Fisioterapia e em seu primeiro emprego recebe R$1.000,00 por mês. Em um momento de sua carreira, após ter trabalhado por um ano, resolver agregar mais valor ao seu currículo, cursando uma especialização. Imaginemos que o custo desse curso foi de R$8.000,00. Mesmo desembolsando um valor significativamente menor, João também foi considerado especialista pela faculdade que escolheu. Acontece que João não conseguiu uma vaga que lhe garantisse maior remuneração e continuou ganhando os mesmos R$1.000,00 por mês após ter terminado seu programa de pós-graduação. Daí a pergunta: O curso realizado agregou valor a João? Potencialmente não, uma vez que não resultou em maiores receitas e maior reconhecimento profissional. O “preço” pago não se refletiu em valor. Foi literalmente “dinheiro jogado fora”. Enfim, o “valor” é algo que pode ser considerado positivo. Investir em você pode resultar em maior valor no seu currículo. Para investir com segurança, procure uma instituição séria e com tradição de ensino. Procure pelos exemplos profissionais que são advindos dessa instituição. Escolha bem! Escolher errado pode resultar em pagar um “preço” alto demais pela capacitação que está buscando. Escolher errado pode significar não conseguir se tornar melhor e não aumentar seu “valor” no mercado.

 

Coordenador científico do CEAFI Pós-Graduação

Prof. Dr. Giulliano Gardenghi

[email protected]

Artigo 205 da Constituição Federal da República Federativa do Brasil

Artigo 205 da Constituição Federal da República Federativa do Brasil

“A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

Abro esse texto com a menção ao artigo 205 da nossa Constituição Federal, promulgada em 1988, com a finalidade de chamar a atenção para um quadro que todo e qualquer educador em nível superior tem presenciado no seu cotidiano em sala de aula. Cada vez mais nos deparamos com alunos que ingressam no ensino superior (sim, aquele das faculdades e universidades), sem saber exatamente empregar conceitos básicos de “Educação”. Infelizmente a formação dos jovens em nosso país tem deixado a desejar em matérias como Língua Portuguesa, Matemática, Cidadania, Educação Moral (porque não?) e outras, expondo a juventude que se forma a uma realidade dura, onde mesmo graduando-se não se consegue uma boa colocação profissional, uma vez que as empresas de maior porte (e maiores salários) preferem em seus quadros jovens que possam utilizar-se de tais disciplinas na sua atuação cotidiana.

Sobram aos formandos deficitários os subempregos, com remunerações ínfimas, cargas de trabalho extremas e outras mazelas.

Engraçado notar que na própria lei a palavra “educação” é grafada em letra minúscula, enquanto a palavra “Estado” é grafada em maiúscula. Sou contra! Com base nas notícias que vemos todos os dias nos telejornais, denunciando as falcatruas e esquemas de corrupção do nosso país (ou “Estado”, se preferir) acho que deveríamos mudar a regra gramatical. Passar a escrever “Educação” em maiúscula, para chamar a atenção para um problema sério que temos nessa área. E talvez “estado” em minúscula, como se assim estivéssemos chamando a atenção dos políticos que nos governam sobre as barbáries do atual “Estado” com relação à sua conduta.

Como se assim estivéssemos deixando os políticos em “segunda época”, para reverem suas ações e condutas e então conseguir sua tão sonhada aprovação nas urnas, dada pelo povo brasileiro.

Acredito que a “Educação” de uma população tenha de ser extremamente valorizada (e quem não acredita?). Ao permitir que jovens completem o ensino médio sem estarem realmente preparados, o “estado” atribui à faculdade/universidade a responsabilidade de formar o aluno em “nível superior”. E como formar a pessoa dessa maneira? Missão árdua para os educadores, que tem de ensinar cálculo ou trigonometria a um aluno que não domina as quatro operações fundamentais da Matemática. Ou ensinar o preparo de uma peça processual de Direito a um aluno que sequer consegue escrever um ditado com palavras como “exceção”, “sequela”, “flexão” ou “enxergar”. Corrigindo provas na faculdade, no último semestre, encontrei “ecessão”, “cecúela”, “frequição” e “enchergar”.

Tem algo de errado nesse “estado” chamado Brasil. E a cada ano que passa parece que está ficando mais tarde para voltar atrás e encontrarmos o caminho, que sem dúvida, passa por melhorar a “Educação” de nosso povo. Aristóteles escreveu, entre 384 a.C. e 322 a.C.: “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”.

Aristóteles estava certo à época. Se ao menos nossos políticos conhecessem mais Aristóteles…

 

Dr. Giulliano Gardenghi

Esforços médios, resultados médios

 

Prof. Giulliano Gardenghi

Olá a todos:

A partir da data de hoje assumirei a responsabilidade de enviar a vocês novidades e textos de cunho científico ou não, para que possamos alargar nosso canal de comunicação.

Começo esse trabalho com o seguinte texto, publicado como editorial na última edição da nossa revista científica, RESC (www.rescceafi.com.br), que fala sobre desempenho profissional aliado à perseverança nos estudos. Boa leitura a todos.

Grande abraço.

Prof. Giulliano Gardenghi

e-mail: [email protected]

“Esforços médios, resultados médios”

Hoje no país nos deparamos com um cenário, no que tange à educação, que busca criar uma maneira de mostrar que os indicadores do ensino estão melhorando. Busca-se evidenciar o fato de que as médias obtidas pelos alunos do ensino médio e ensino superior estão cada vez maiores, em exames como o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e o ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes). Mesmo entre profissionais já graduados, que buscam inclusão nos mercado de trabalho por meio de concursos públicos nota-se que os resultados obtidos em tais certames muitas vezes trazem como produto, medianas que variam entre quarenta e sessenta pontos, numa escala que parte de zero (0,0) a cem (100,0) pontos, ou seja, resultados que ficam próximos ao que consideramos a média para aprovação (50,0 pontos). Muitas vezes o próprio candidato assume que “foi relativamente bem”, uma vez que atingiu a média naquele concurso.

O que poucos sabem (e posso aqui citar tal fato por experiência adquirida ao montar diversas provas para concursos públicos) é que ao encomendar uma prova específica para determinada profissão, os órgãos públicos normalmente valem-se da seguinte metodologia:

“Caro Professor. Gostaríamos que elaborasse 25% de questões fáceis; 50% de questões médias e 25% de questões consideradas difíceis”.

Traduzindo isso: Ao atingir 50% dos pontos possíveis muitas vezes o candidato acertou as questões fáceis e metade das questões médias. Sabe-se que para atingir aprovação em concurso (de qualidade) faz-se necessária a meta de pelo menos 75% de aproveitamento, ou seja, acertar todas as questões fáceis e todas as médias. Melhor seria, para ter pela convicção da aprovação, buscar-se um aproveitamento de 87,5%, incluindo também a escolha das respostas corretas em pelo menos metade das questões difíceis.

Claro que ao escrever isso posso receber como contraponto a colocação: “Você está sendo exigente demais!” Concordo. Estou. Mas tal exigência se faz necessária para que possamos buscar os melhores empregos (e consequentemente melhores salários), melhores condições de vida, buscando o equilíbrio entre o trabalho e o lazer (uma vez que com menos horas trabalhadas consegue-se maior remuneração), o que resulta em maior tempo para outras atividades cotidianas (e bastante prazerosas) e muitas vezes não possíveis devido à carga de trabalho excessiva para que se atinja um padrão de renda digno. Em números: Caso um trabalhador consiga um salário de R$4.000,00, por uma carga horária de 30 horas semanais (o que podemos considerar como um salário razoável, com base nos números brasileiros), o mesmo não precisaria trabalhar em dois empregos que pagassem R$2.000,00, consumindo 30 horas semanais cada. Cabe aqui ainda ressaltar que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o salário médio para no Brasil em 2013 equivale à R$1.792,61.

A própria classe média no país muitas vezes tem como queixas a carga de trabalho excessiva, o pouco convívio com os filhos, a falta de acesso ao lazer e outras nuances do dia-a-dia. Para sair desse cenário tenho uma teoria baseada em algumas leis da Física, descritas por Isaac Newton (1643-1727) que dizem “A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é imprimida” e “A toda ação há sempre oposta uma reação igual”. Na prática: Com maior dedicação atingem-se maiores resultados. Para esforços médios, resultados médios. Tomo a liberdade de citar outro grande pensador alemão, Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) que escreveu: “Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma todo universo conspira a seu favor”.

Dedicar-se na busca da realização pessoal e profissional vale a pena. Melhores (e maiores) resultados advirão disso.
Cabe ao término do texto uma experiência pessoal vivida por mim em 2002, ao prestar um concurso para o funcionalismo público da Prefeitura de São Paulo. Obtive 66,65 pontos em 100,0 pontos possíveis. Resultado acima da média de 50,0 
pontos e que na época foi descrito por mim em casa, perante meus pais, como razoável.

Lembro-me que eram doze as vagas em disputa. Com o aproveitamento de 66,65% no concurso consegui ser aprovado (conforme carta oficial que guardo comigo até hoje). Infelizmente na 1.150ª posição, atrás de outros 1.149 candidatos, distante 1.138 colocações do meu objetivo à época.

Em que fase estamos?

Depois de um tempo ausente nas escritas do meu blog, resolvi hoje escrever novamente!!Mas em nenhum momento deixei de perceber o ambiente ao meu redor. Como atuo direto na formação da carreira profissional, tenho percebido mudanças importantes dos profissionais da área de saúde na sua postura profissional e por consequência, no aumento do rendimento do seu trabalho. Como estou a frente de uma empresa de formação há 13 anos posso dar o depoimento de momentos diferentes refletidos pelo posicionamento no mercado.
Quando eu me formei mal ouvíamos falar de fisioterapeutas ou professores de educação física e fonoaudiólogos. Entrei para um mercado onde não se sabia nem o que era entregue como resultado para o cliente, que neste caso e um paciente, e muito menos qual o valor cobrar pelos serviço. Passei por fases onde o mais promissor que eu poderia esperar seria um emprego fixo em um hospital público. O tempo passou e o mercado também. Vivemos uma cobrança brutal por profissionais de resultado e a área da saúde está se adequando a isto. Neste novo modelo de profissional, voltado para entregar o que o cliente quer, não existe limite para o valor cobrado e sim a capacidade de entregar exatamente o que o cliente foi buscar. Percebo que vários professores de educação física, fonoaudiologos, médicos, fisioterapeutas, etc, começaram um processo de posicionamento muito diferenciado. Alguns estão com suas agendas lotadas e outros estruturando suas equipes de trabalho. Isto é fantástico! está é a minha percepção. Porém há alguns dias atrás vivi um paradoxo. Conversando com um profissional super diferenciado sobre a qualidade dos cursos de formação e principalmente após graduação da área,fiquei chocada ao perceber que ele ,apesar de super diferenciado,enxerga um mercado pobre, enfraquecido e voltado para a falta de qualificação. Me falou que não acredita que um curso voltado para qualidade pode influenciar na carreira e que os profissionais da saúde, principalmente fisioterapeutas e professores de educação física estão em fase de decadência da sua profissão, estão desmoralizados no mercado. Ele acredita que a formação deste grupo está voltada para cursos que só oferecem preço.
Fiquei me perguntando, o que será que esta errado no meu olhar ou no dele.? Convivo com vários profissionais de destaque que fortalecem a minha crença de que se investir em qualidade tudo será diferente.
Estou neste momento, avaliando e repensando a minha conversa com ele. Espero que a minha crença seja fortalecida, e que eu ainda tenha a oportunidade de ouvir que estava certa!

Gestão de performance para o profissional liberal, um desafio?

Gestão da performance

A Gestão da Performance é um conjunto de estratégias para gerir seu desempenho. É muito utilizado no ambiente corporativo, principalmente para acompanhar os resultados. A dificuldade maior é trazer todo este conhecimento executivo para a gestão da carreira individual do profissional liberal.

Varias metodologias podem integrar a avaliação da performance, mas para o profissional liberal, a que mais se encaixa é o mapa estratégico e a quantificação da matriz SWOT. Pode estar associado também ao desempenho financeiro, através de marcadores específicos . O que direciona a performance é a meta individual que deve ser bem descrita e palpável.

É preciso manter permanentemente uma visão integrada da performance,o que significa ter estratégias consistentes, saber comunicá-las com clareza,ter capacidade de executá-las e foco.

O indivíduo hoje se divide em diferentes formas de acordo com a matriz da vida:

O profissional com alto equilíbrio e baixo resultado, ou seja o conformado;

O que possui baixo equilíbrio e baixo resultado, ou seja o perdido;

O que possui baixo equilíbrio e alto resultado , ou seja, os estressados;

O que possui alto equilíbrio e alto resultado, ou seja o realizador.

Estes quatro tipos profissionais podem variar em épocas diferentes da vida. O ideal é buscarmos o tipo 4,porém é preciso foco para se manter neste estágio.

Avaliar a performance é um exercício eterno, por isso é preciso estabelecer metas constantes e observar de perto todo o seu desempenho.

Onde você se encontra?

Já parou para pensar nisto?

O que é importante para você?

Quais são as suas crenças? Onde as suas convicções te levam diariamente?

É preciso dedicação e esforço para ser o melhor na sua carreia, encontrar seus

sonhos de forma consistente e permanente.

Encontre seus pontos fortes, minimize os fracos e principalmente busque oportunidades.

Acredite que somos muito mais do que a perfeição da técnica. Aliar o auto conhecimento permite que  tenhamos uma melhor performance  na carreira.

Pense nisto e seja feliz!

Alessandra Dorça

Juntos vamos longe!

Ontem eu estava em um evento de abertura na fundação dom Cabral e tive a maravilhosa oportunidade de ouvir o maravilhoso professor Mário Sergio Cortella. O título da palestra dele era: Se quiser ir apenas rápido, vá sozinho. Mas se quiser ir longe, vá com alguém!!!! Fiquei maravilhada!!!! O sucesso de qualquer indivíduo depende de criar parcerias. Neste ponto reintegro que fazer um bom network é saber construir fortes e boas parcerias!!! Busco na minha inquietação pensar onde podemos pegar esta super reflexão para agregar a nossa carreira.?
Não podemos deixar de falar que construir uma carreira é ter sonhos!!! A certeza te deixa no mesmo lugar , mas o sonho te move!!! Lembrando que sonho é algo possível, diferente de delírio!!!! O sonho é um desejo factível, é ir além do óbvio. Precisamos desenvolver a capacidade de inovação e ultrapassar o óbvio.
Chamo a atenção para esta discussão para desenvolvermos uma reflexão mais aprofundada sobre este tema na área da saúde, pois isto esta muito posto no desenvolvimento de executivos, mas o que podemos fazer para sermos estes executivos da saúde e da nossa carreira?
Vamos analisar juntos !!!!

A importância de um olhar diferente sobre a apresentação individual para o profissional da área da saúde.

A área de saúde tem passado por grandes transformações em relação ao posicionamento no mercado de trabalho. Quando destaco a área de saúde é preciso lembrar quantas profissões se encontram neste nicho, médicos, fonoaudiólogos, biomedicina, dentistas, fisioterapeutas, enfermeiros, etc.

São tantas carreiras brilhantes que sentem neste novo século o peso da necessidade de se posicionar de forma diferente, quando falo diferente destaco maneira de se vestir, comunicação, rendimentos, capacitação e tudo mais que envolve a formação de um novo profissional da saúde. Percebam que o único ponto muito pouco cobrado hoje pelo mercado é a técnica. Insistimos em focar a formação na competência técnica.

Hoje  tive a oportunidade de ter acesso a um texto que esta sendo divulgado nas redes sociais. Neste texto o autor fala como se fosse um medico e apresenta tudo que há de errado com o profissional fisioterapeuta. Acredito que em muitos pontos colocados no desabafo o autor tem razão, porém o escritor deste texto se refere somente ao fisioterapeuta e por falta de conhecimento esquece-se de mencionar que esta é uma realidade vivida por uma classe. Quantos médicos têm uma péssima apresentação individual, quantos dentistas atendem seus clientes com roupas brancas encardidas e consultórios que deixam de longe a beleza e a limpeza? Quantos enfermeiros trocam de um plantão para o outro e devido ao pouco tempo esquecem ate mesmo de um bom banho, pois muitas vezes é preciso escolher entre comer algo ou tomar banho!

Veja que em todo este discurso só se discute posicionamento individual. Cuidados individuais, apresentação individual, cuidado com a aparência e principalmente cuidado com quem recebe este serviço!

É triste discutirmos sobre isto, preferimos reclamar ao invés de entender que toda a diferença no trabalho corporativo inicia com o melhor posicionamento individual!

Este texto visa apenas instigar a nossa percepção sobre o profissional da saúde e para como o mercado tem nos vistos? Não podemos escolher uma profissão nesta área e detona lá. Precisamos refletir os nossos valores individuais e assim começaremos a fazer um trabalho de esforço para a melhora da profissão e de uma forma mais ampla da área de saúde tão sucateada no mercado atual.

O discurso sobre apresentação individual não é inútil nem fútil!

No  ambiente de executivo isto é fundamental!!!!! A quinta maior escola de negociados do mundo, a Fundação Dom Cabral, orienta seu corpo docente a se apresentar impreterivelmente de terno e gravata, para os homens e a para as  mulheres terninhos. Será que se este cuidado não fosse algo relevante esta renomada instituição colocaria esta regra?

Precisamos olhar ao nosso redor e escolher. De que forma queremos ser vistos?

Amigos o que vocês acham?

Compartilhe comigo sua opinião sobre este assunto.

Abraços,

Alessandra C. Dorça